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Cohab-LD comemora 53 anos de atividade com mais de 30 mil unidades construídas

  • Publicado: Segunda, 27 de Agosto de 2018, 15h04
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CONSTRUIR SEMPRE MAIS MORADIAS POPULARES

  É O MAIOR DESAFIO PARA A COHAB DE LONDRINA.

 

                                                                                                     Luiz Cândido de Oliveira

                                                                                                                                 Presidente Cohab LD

 No dia 26 de agosto de 2018 a COHAB LD completou 53 anos de existência. Durante este tempo a COHAB sofreu muito quando o governo federal decretou o fim do Banco Nacional de Habitação, em 1986. A partir de então todas as Companhias de Habitação do Brasil enfrentaram seu maior desafio, que era continuar existindo e fornecer moradia digna, sobretudo para as famílias de baixa renda.
 
 Muitas das COHAB não tiveram alternativas a não ser fechar as portas. Hoje, das poucas que restaram, a COHAB de Londrina resistiu a todas as dificuldades sempre construindo habitações de interesse social, somando ao seu acervo mais de 30 mil moradias  e até o ano de 2017 promoveu 7.003 lotes de regularização fundiária em trinta áreas da cidade, que beneficiaram mais de 7.000 famílias num total de mais de 21.000 pessoas ao longo de sua existência.
 
Com o ativos do extinto BNH incorporados pela Caixa Econômica Federal e o país passando por sucessivos planos econômicos, foram fatores que contribuíram para que houvesse uma redução drástica nos recursos destinados a construção de unidades habitacionais a quem mais precisava de casa própria em todo o país.
 
Em que pesem as dificuldades encontradas, a COHAB LD insistiu em se manter fiel ao seu destino e missão: construir sempre e cada vez mais moradias de interesse social para famílias com renda familiar de até 1,8 mil reais - a chamada faixa 1 – onde se concentram mais de 80% dos inscritos em seu cadastro e são financiados pelo FAR – Fundo de Arrendamento residencial.
 
Outra opção de construção encontrada foi a faixa 1.5 do Programa Minha Casa, Minha Vida, para renda familiar até 2,6 mil reais e com financiamento pelo FGTS.
 
Atender a este grau de dificuldade tem requerido da COHAB LD um esforço considerável de criatividade, bom senso e trabalho árduo para adequar e compatibilizar as inúmeras demandas que estas modalidades de empreendimento exigem.
 
Mudanças recentes na lei de regularização fundiária, a necessidade de nova legislação municipal que incentivasse a construção de interesse social, freasse a especulação imobiliária e as ocupações de espaços públicos e privados, foram alguns dos aspectos examinados num novo modelo de abordagem na questão da moradia social.
 
Entre todos os motivos, as ocupações foram as mais emblemáticas e tiveram um papel decisivo no encaminhamento de soluções para o problema. A falta efetiva de uma política de habitação nos últimos anos gerou uma descontinuidade nos projetos e na edificação de unidades habitacionais de cunho social. Como resultado o município de Londrina teve que enfrentar novamente um problema praticamente resolvido. Nos últimos quatro anos o número de ocupações irregulares saltou de menos de um milhar para mais de quatro mil famílias, perfazendo um total de mais de doze mil pessoas vivendo em habitações precárias.
 
 
A COHAB LD entende que deve participar, por dever moral e de princípios, com seu corpo técnico e de assistência social, na solução de um problema grave que atinge todos os londrinenses.
 
Até 2009 a Companhia possuía 22 mil inscritos que esperam por sua sonhada casa própria. A partir deste ano, em virtude do Programa “Minha Casa, Minha Vida”, este número mais que dobrou, chegando a 50 mil cadastros de interessados. Coube a esta gestão retomar a política habitacional municipal e voltar a ofertar novas moradias e lotes urbanizados, além de promover a regularização fundiária na intenção de mitigar a espera desta multidão de pessoas.
 
Estamos mantendo projetos e tratativas, bastante adiantadas em Brasília, no Ministério das Cidades, com construtores e a Caixa Econômica que, em breve, resultarão no lançamento de centenas de novas unidades residenciais – casas e apartamentos - nos quatro cantos de Londrina.
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